O Sintrajurn está mobilizado, junto com os demais sindicatos da categoria, para cobrar que seja respeitada a autonomia do Poder Judiciário e do Ministério Público da União. Para tanto participa nesta quinta-feira (07) do
Ato Nacional, ? s 15 horas, em frente ao STF.

Os servidores do Poder Judiciário e do MPU pressionarão os ministros do STF, inclusive o novo presidente Ricardo Lewandowski, e o PGR, Rodrigo Janot, a exigirem junto aos outros poderes o respeito ? autonomia do Poder Judiciário e do MPU.

O Sintrajurn será representado pelos sindicalizados Adriano Benício, Dennis Eliezer, Floriano Gomes, José Cosmo e os coordenadores
Carlos Pinheiro, Ernane Bastos, Paulo Marcelino, Maximiano Foeppel além dos coordenadores gerais Leandro Gonçalves e Silvana Gruska que também vão participar da Reunião Ampliada da Fenajufe no próximo sábado (09).

O ato integra o calendário de mobilização aprovado na última Reunião Ampliada da Federação, que indicou também a deflagração de greve a partir do dia 14 deste mês, em defesa da carreira e do reajuste salarial para toda a categoria. Em Brasília, os servidores já marcaram o início da paralisação nesta próxima quarta-feira, dia 6. O Sintrajurn realiza assembleia para deliberar sobre a greve sobre a greve no dia 15 de agosto.

Após a realização de piquetes, servidores do Distrito Federal irão para a Praça dos Três Poderes com o intuito de cobrar a inclusão imediata do reajuste para o conjunto dos servidores no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que precisa ser encaminhado pelo Executivo até o dia 31 de agosto ao Congresso Nacional. Basta de o Executivo vetar as propostas orçamentárias de interesse dos servidores.

Apesar de alguns avanços conquistados até aqui, quanto ? proposta salarial alternativa ao PL 6613/09, ? s ameaças de carreiras exclusivas nos tribunais superiores, e ? PEC 59/2013, será fundamental uma grande pressão para frear a política de arrocho salarial imposta pela presidenta Dilma Rousseff e fazer com que os chefes do Poder Judiciário e do MPU reajam a essa arbitrariedade. Por isso a Fenajufe reforça a orientação aos sindicatos para que enviem representantes, garantindo peso político ao ato.

Com informações da Fenajufe

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