O SINTRAJURN, representado pela coordenadora Francisca Gomes, participou, no último domingo (08), da caminhada promovida pelo Movimento Mulheres Vivas, realizada na zona Norte de Natal, em alusão ao Dia Internacional da Mulher. A mobilização reuniu movimentos sociais, entidades, coletivos feministas, centrais sindicais e organizações populares em defesa da vida das mulheres e pelo fim de todas as formas de violência de gênero.

Com o mote “Mulheres vivas pelo fim do feminicídio e da violência de gênero, contra o imperialismo, pelo fim da escala 6×1, por Democracia e Soberania”, o ato teve concentração no Caju da Redinha, de onde as participantes seguiram em caminhada até o mercado da Redinha.

Segundo as organizadoras, a mobilização ganha ainda mais importância diante da realidade alarmante da violência no país, que registra, em média, quatro feminicídios por dia. “Em 2026 o 8 de março acontece em uma conjuntura com índices de feminicídio crescente. Esses números não podem ser apenas estatísticas: são vidas interrompidas e famílias devastadas”, alertou a coordenadora da Frente Brasil Popular, Eliane Bandeira.

Durante a caminhada, as participantes também denunciaram diferentes formas de violência contra as mulheres — física, psicológica, sexual, moral e patrimonial — além do assédio moral no ambiente de trabalho. A defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) também foi destacada como parte fundamental da proteção à vida das mulheres.

A deputada estadual Divaneide Basílio participou do ato e reforçou o caráter político da mobilização. “Nossa existência é um ato político”, afirmou.

A participação do SINTRAJURN reforça o compromisso do sindicato com a luta por igualdade, respeito e proteção às mulheres, bem como com a defesa de políticas públicas efetivas de enfrentamento à violência de gênero.

Do SINTRAJURN, Caroline P. Colombo

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